O ex-prefeito de Aparecida de Goiânia Gustavo Mendanha (PSD) trabalha para ser o segundo nome da base do governador Ronaldo Caiado (União Brasil) na disputa pelas cadeiras no Senado Federal. O primeiro nome, já consolidado, é o da primeira-dama e presidente da Organização das Voluntárias de Goiás Gracinha Caiado (União Brasil). O senador Vanderlan Cardoso, que preside o PSD em Goiás e quer disputar a reeleição, fala abertamente em uma chapa com os dois.
Ainda
Vanderlan não discutiu o apoio do PSD à pré-candidatura do vice-governador Daniel Vilela (MDB).
Outro
Gustavo não descarta uma nova mudança de legenda caso o PSD não apoie Daniel para governador.
Erro
A base governista tenta não repetir o erro de 2022, quando lançou três candidaturas avulsas para somente uma cadeira de senador.
União difícil
Caiado e Daniel até têm tentado, mas a quantidade de partidos inviabiliza a união.
Suplência, com louvor
A primeira suplência de Gracinha estaria reservada ao ex-ministro e ex-deputado federal Alexandre Baldy (Progressistas).
Um a menos
Assim, um partido já não teria candidatura avulsa ao Senado Federal mesmo apoiando Daniel.
Outro a menos
O MDB também, obviamente, não lançará candidato a senador para facilitar as composições.
Afunilamento
As outras chapas, de oposição, também têm merecido articulações.
Quem?
O ex-governador Marconi Perillo (PSDB) e o senador Wilder Morais (PL), pré-candidatos a governador, teriam sondado o vice-prefeito de Rio Verde Walter Baylão (União Brasil) para a composição de suas chapas.
