O ex-governador Marconi Perillo (PSDB) não tem disfarçado o desânimo diante da dificuldade de formar a chapa para a sua quinta disputa pelo Palácio das Esmeraldas. Em março, ele disse que trabalharia até a convenção para atrair possíveis dissidentes da base governista, mas não houve baixas no grupo do governador Daniel Vilela (MDB).
A bem da verdade
Marconi não está sem pressa, está sem nomes.
Tentativas
As expectativas estavam no senador Vanderlan Cardoso (PSD) e no deputado federal Zacharias Calil (MDB), para que compusessem o grupo da oposição, mas o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) e Daniel os mantiveram na base.
Agosto
“A campanha foi muito antecipada, tanto nacionalmente quanto em Goiás. O certo é que a gente discuta sobre as chapas até a convenção”, defendeu Marconi em entrevistas a veículos de comunicação de Goiânia.
Tempo velho
A fragilidade de Marconi compromete não somente a montagem de uma chapa competitiva, mas também a capilaridade da campanha.
Bicudos
O Jornal Opção trouxe, ainda em 2025, nomes caseiros citados em reuniões internas do PSDB.
Quem?
O ex-prefeito de Sanclerlândia Itamar Leão, o ex-deputado estadual Hélio de Sousa e o deputado estadual Gustavo Sebba seriam os nomes comentados para a candidatura a vice-governador.
Senadores
Para a disputa das duas cadeiras no Senado Federal, “na falta de nome, três políticos são cotados: Giuseppe Vecci (ex-deputado federal), Jardel Sebba (ex-deputado estadual e ex-prefeito de Catalão) e Jaime Rincon (ex-presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas)”.
“Não tem tu, vai tu mesmo”
“É o que dizem”, concluiu o veículo de comunicação.
Saudosista
O discurso do PSDB, marcado por muito saudosismo, não trata dos passivos que marcaram as duas últimas gestões de Marconi Perillo.
