O prefeito Velomar Rios (MDB) não está conseguindo deixar de lado o estigma de festeiro. A gestão caminha para encerrar o seu segundo ano sem grandes obras e com uma crise inédita na infraestrutura, além da dificuldade de honrar os compromissos com os fornecedores: as dívidas estariam próximas ao valor de um mês de arrecadação. Uma das maiores seria com a Santa Casa de Misericórdia, com o agravante da exigência de uma negociação que quite o passivo e as novas mensalidades.
Inversão de prioridades
As cobranças nas redes sociais mostram que as prioridades da gestão, notadamente a doação de benefícios sociais e o oferecimento de oportunidades de lazer, não são os principais desejos da população.
Em cima
A gestão até tenta controlar toda a mídia, mas a opinião popular está superando as postagens institucionais.
Outra vez
A cidade viveu uma situação semelhante entre 2013 e 16, na gestão de Jardel Sebba (PSDB).
Por que?
Economistas avaliam que os gastos com eventos e publicidade, e o inchaço da folha de pagamento, são os responsáveis pelo arrocho da gestão.
Especial
A gestão já estaria complementando a folha de pagamento com recursos extraordinários.
Fechado
Mesmo com um custo mensal de praticamente R$ 200 mil ao contribuinte, o gabinete do prefeito também não corresponde às expectativas.
Pequeno
Velomar Rios já não atendia individualmente e não retornava; agora, demonstra foco somente nas fofocas dos auxiliares mais próximos.
Família
O prefeito transformou um parente em secretário de Articulação Institucional.
Inédito
Isso evidenciou apontamentos falsos cujas criações ninguém entende.
