A prática de cozinhar em discos de arado não tem uma data de invenção nos registros históricos, mas uma evolução gradual com o tempo, especialmente em áreas rurais e entre pessoas que gostam da cozinha ao ar livre.
Antigos discos de arado, feitos de aço carbono, eram utilizados para criar uma superfície de cozimento versátil e robusta, e a praticidade e a capacidade de cozinhar em grandes quantidades tornaram essa prática popular em acampamentos e piqueniques.
Nos últimos meses, a comida nos discos voltou com força também na cidade, obrigando donos de buffets a incluírem a opção em aniversários, casamentos e formaturas; a tendência chegou aos principais bares, que estão instalando as estruturas próximas às suas calçadas e reunindo dezenas de clientes principalmente aos fins de semana.
O engenheiro de manutenção André Costela, de 45 anos, ouviu os amigos e começou a comercializar esses seus dotes culinários em festas particulares e nos bares. Neste sábado, por exemplo, montou três discos em frente ao Bar do Juliano, no Bairro Nossa Senhora de Fátima, e vendeu arroz carreteiro e feijão tropeiro.
“Acatei as sugestões dos amigos para cozinhar não somente na cozinha dos bares e a experiência tem sido muito agradável”, resumiu André; quem não quer se confraternizar com uma boa comida, aliás?
André pode ser contatado através do seu perfil no Instagram, @ajuniorp26, e do WhatsApp (64) 98111-9331.
