O governador Daniel Vilela (MDB) licenciou-se do cargo para descansar com a família e, após quase 20 anos, os presidentes da Assembleia Legislativa e do Tribunal de Justiça vão dividir a interinidade. Os ex-governadores Marconi Perillo (PSDB) e Alcides Rodrigues (PRD) também prestigiaram os dois Poderes, mas Ronaldo Caiado (PSD) não chegou a tanto na linha sucessória. Entre 2019 e 2022, Caiado não ausentou-se do Brasil e o então vice-governador Lincoln Tejota (União Brasil) não assumiu; entre 2023 e 2025, a sucessão chegou somente ao então vice-governador Daniel.
Sem um
Com a renúncia de Caiado e a posse de Daniel em março, Goiás ficou sem vice-governador até dezembro.
Então
Na linha sucessória vêm o presidente da Assembleia Legislativa Bruno Peixoto (União Brasil) e o presidente do Tribunal de Justiça Leandro Crispim.
Primeiro
Bruno está governador até o próximo dia 3.
Segundo
Leandro vai exercer a função entre os dias 3 e 7.
Combinado
Normalmente, quem assume o cargo assina decretos e participa de solenidades já previstas.
Mídia
Quem é detentor de mandato político, como Bruno Peixoto, ainda recebe aliados e faz o costumeiro proselitismo.
Futuro
Retornando ao cargo, Daniel Vilela tende a conversar com quem ele deseja que o auxilie no próximo mandato.
Expectativa
O blogueiro Mamede Leão continua tratando da pressão dos vereadores por mais benefícios na Prefeitura e na estrutura do Governo do Estado na cidade.
Realidade
Convenientemente, esqueceram-se de que Daniel não teve somente os votos dos aliados do prefeito Velomar Rios (MDB) e do deputado estadual Jamil Calife (Progressistas).
