A acessibilidade avançou de forma significativa na rede estadual de ensino durante os anos em que a candidata a deputada federal Fátima Gavioli (PSD) esteve à frente da secretaria da Educação. Em 2019, quando assumiu a pasta, 89,1% das escolas tinham algum recurso de acessibilidade. O índice cresceu de forma contínua e chegou a 98,9% no levantamento mais recente do Censo Escolar.
A evolução inclui mudanças na estrutura física das unidades, como rampas, pisos táteis, sanitários acessíveis, corrimãos e adequações nos espaços de circulação. Nas reformas, ampliações e novas construções, a acessibilidade passou a ser considerada desde a elaboração dos projetos. A medida representou uma mudança em uma área que ainda apresentava deficiências quando a gestão iniciada em 2019 começou.
O avanço também ocorreu no atendimento aos estudantes da Educação Especial. Atualmente, a rede estadual conta com mais de 19 mil alunos atendidos, cerca de 4 mil profissionais de apoio escolar, 417 intérpretes de Libras e centenas de Salas de Recursos Multifuncionais. A política também incorporou tecnologias assistivas, como notebooks com leitores de tela e outros equipamentos destinados a ampliar a autonomia dos estudantes.
“Hoje, 98,9% das nossas escolas já possuem algum recurso de acessibilidade. Quando olhamos para 2019, com um percentual de 89,1%, conseguimos perceber o quanto a rede estadual avançou nesse período e trouxe melhorias para os estudantes”, afirma Márcia Carvalho, superintendente de Gestão Estratégica e Avaliação de Resultados da SEDUC.
Os dados do IBGE também mostram uma evolução da acessibilidade nas escolas goianas. Considerando todas as redes de ensino, o percentual de unidades com pelo menos um recurso passou de 79,8% em 2019 para 93,1% em 2025. Na rede pública, o índice avançou de 76,5% para 91,9%.
