A gestão do prefeito Velomar Rios (MDB) está devendo aproximadamente R$ 50 milhões a fornecedores das mais variadas áreas, e haveria mais R$ 15 milhões em serviços entregues e não formalizados. Economistas ouvidos pela coluna avaliam que o prefeito tem um único caminho para a equação da crise: a demissão de servidores comissionados, o que pode acontecer no dia seguinte às eleições de outubro. Cinco vereadores também já avaliam abertamente essa possibilidade.
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Uma das maiores dívidas é com a Santa Casa de Misericórdia, próxima a R$ 13 milhões, com o agravante da exigência de uma negociação que quite o passivo e as novas mensalidades.
Pauta
O prefeito vai tentar justificar as demissões com a iminente derrota do deputado estadual Jamil Calife (Progressistas).
Ainda assim
A tranquilidade do prefeito é evidente: ele continua festejando e sorrindo, demasiadamente.
História
A cidade viveu uma situação semelhante entre 2013 e 16, na gestão de Jardel Sebba (PSDB).
Avaliação
Os gastos com eventos e publicidade, e o inchaço da folha de pagamento, seriam os responsáveis pelo arrocho da gestão Velomar Rios.
Aliás
Outra crise está instalada: o deputado federal e candidato à reeleição José Nelto (União Brasil) já entendeu que Jamil está direcionando vereadores e líderes a apoiarem outros nomes.
Quem?
Já há apoiadores com Pedro Sales (PSD), Daniel Agrobom (PSD), Marussa Boldrin (Republicanos) e Lucas Calil (PRD).
Soltos
Velomar pode até sustentar que vai seguir com José Nelto, mas a sua base está totalmente dispersa.
E agora?
A perspectiva era de mais de 20 mil votos na cidade até o racha no grupo.
