Começam a circular críticas à condução da gestão do prefeito Velomar Rios (MDB) junto aos fornecedores. Pequenas, médias e grandes empresas não estariam recebendo pelos serviços prestados a muitas áreas da gestão, e a situação é agravada pela ausência de preocupação do prefeito: ele continua festejando e sorrindo, demasiadamente. A cidade viveu uma situação semelhante entre 2013 e 16, na gestão de Jardel Sebba (PSDB).
Bola de neve
Uma das maiores dívidas seria com a Santa Casa de Misericórdia.
Avaliação
Especialistas entendem que os gastos com eventos e publicidade, além do inchaço da folha de pagamento, deixaram a gestão no arrocho.
Fechado
Mesmo com um custo mensal de praticamente R$ 200 mil ao contribuinte, o gabinete do prefeito também não corresponde às expectativas.
Pequeno
O gestor que já não atendia individualmente e não retornava, agora demonstra foco somente nas fofocas dos auxiliares mais próximos.
Família
Velomar Rios transformou um parente em secretário de Articulação Institucional e trouxe para perto de si apontamentos falsos cujas criações ninguém entende.
Gabinete do ódio
Três secretários e dois assessores especiais permanecem ao lado do prefeito durante 85% do dia.
Inédito
Velomar reuniu os servidores comissionados na escada central da Prefeitura há 15 dias, disse que não permitiria fofocas e anunciou que responderia com demissões, mas os principais atores dessa peça teatral continuam empregados.
Tenso
O prefeito não conseguiu disfarçar o nervosismo.
Equívoco
Velomar agradeceu às presenças de todos, que já estavam ali desde o início da manhã e foram convocados para a reunião, e abordou algo muito pequeno para o gestor de uma cidade.
