Em entrevistas a veículos de comunicação de Goiânia, o ex-governador Marconi Perillo (PSDB) disse que decidiu não fechar a sua chapa majoritária agora e que vai trabalhar até a convenção para atrair possíveis dissidentes da base do governador Ronaldo Caiado (PSD). O tucano não está sem pressa; está sem nomes, a bem da verdade. Havia a expectativa de que o senador Vanderlan Cardoso (PSD) e o deputado federal Zacharias Calil (a caminho do MDB) compusessem com a oposição, mas Caiado e o vice-governador Daniel Vilela (MDB) ampliaram as estratégias e os mantiveram na base.
Agosto
“A campanha foi muito antecipada, tanto nacionalmente quanto em Goiás. O certo é que a gente discuta sobre as chapas até a convenção”, defendeu Marconi.
De olho
A percepção no grupo tucano é de que a base governista ainda vai produzir ruídos.
Querendo ser águia
“Vou continuar conversando com várias forças que estão descontentes com o governo, inclusive”, resumiu Marconi Perillo.
Tempo velho
A fragilidade de Marconi compromete não somente a montagem de uma chapa competitiva, mas também a capilaridade da campanha.
Bicudos
O Jornal Opção trouxe nomes caseiros citados em reuniões internas do PSDB.
Quem?
O ex-prefeito de Sanclerlândia Itamar Leão, o ex-deputado estadual Hélio de Sousa e o deputado estadual Gustavo Sebba seriam os nomes comentados para a candidatura a vice-governador.
Senadores
Para a disputa das duas cadeiras no Senado Federal, “na falta de nome, três políticos são cotados: Giuseppe Vecci (ex-deputado federal), Jardel Sebba (ex-deputado estadual e ex-prefeito de Catalão) e Jaime Rincon (ex-presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas)”.
“Não tem tu, vai tu mesmo”
“É o que dizem”, concluiu o veículo de comunicação.
Saudosista
O discurso do PSDB, marcado por muito saudosismo, não trata dos passivos que marcaram as duas últimas gestões de Marconi Perillo.
