A movimentação do governador Ronaldo Caiado, do União Brasil para o PSD, não foi somente um novo passo rumo ao Palácio do Planalto, mas um xeque-mate nas pretensões regionais do seu maior adversário, o ex-governador Marconi Perillo (PSDB). A notícia caiu como uma bomba para o tucano, que tentava costurar uma aliança com o senador Vanderlan Cardoso.
Antes
Como o PSD vivia uma relação de altos e baixos com a base de Caiado e do vice-governador Daniel Vilela (MDB), Marconi nutria a esperança de uma aliança quando Vanderlan fosse preterido na disputa ao Senado Federal.
Agora
Com a nova filiação do governador, o cenário de rompimento tornou-se inexistente.
Pronto
O partido agora é a própria casa do governador, aderindo integralmente à base governista, isolando Marconi e redesenhando o projeto de Vanderlan.
Sem chapa
A fragilidade de Marconi Perillo compromete não somente a montagem de uma chapa competitiva, mas também a capilaridade da campanha.
Bicudos
O Jornal Opção trouxe nomes caseiros citados em reuniões internas do PSDB.
Quem?
O ex-prefeito de Sanclerlândia Itamar Leão, o ex-deputado estadual Hélio de Sousa e o deputado estadual Gustavo Sebba seriam os nomes comentados para a candidatura a vice-governador.
Senadores
Para a disputa das duas cadeiras no Senado Federal, “na falta de nome, três políticos são cotados: Giuseppe Vecci (ex-deputado federal), Jardel Sebba (ex-deputado estadual e ex-prefeito de Catalão) e Jaime Rincon (ex-presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas)”.
“Não tem tu, vai tu mesmo”
“É o que dizem”, concluiu o veículo de comunicação.
Saudosista
O discurso do PSDB, marcado por muito saudosismo, não trata dos passivos que marcaram as duas últimas gestões de Marconi Perillo.
