O ex-governador Marconi Perillo (PSDB) encontra dificuldade para celebrar alianças e compor a chapa da sua quinta candidatura ao Governo do Estado. Marconi até tem viajado e visitado vereadores e ex-prefeitos, mas as cúpulas dos partidos não enxergam viabilidade no seu projeto. O PL avalia lançar o senador Wilder Morais a governador, ou compor o grupo do governador Ronaldo Caiado (União Brasil) e apoiar o vice-governador Daniel Vilela (MDB), e o PT vai ter candidatura própria.
Antes e depois
O PSDB, que já foi protagonista na política de Goiás, é um partido em franco declínio por todo o Brasil.
Sem chapa
A fragilidade compromete não somente a montagem de uma chapa competitiva, mas também a capilaridade da campanha.
Bicudos
O Jornal Opção trouxe nomes caseiros citados em reuniões internas do partido.
Quem?
O ex-prefeito de Sanclerlândia Itamar Leão, o ex-deputado estadual Hélio de Sousa e o deputado estadual Gustavo Sebba seriam os nomes comentados para a candidatura a vice-governador.
Senadores
Para a disputa das duas cadeiras no Senado Federal, “na falta de nome, três políticos são cotados: Giuseppe Vecci (ex-deputado federal), Jardel Sebba (ex-deputado estadual e ex-prefeito de Catalão) e Jaime Rincon (ex-presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas)”.
“Não tem tu, vai tu mesmo”
“É o que dizem”, concluiu o veículo de comunicação.
Saudosista
O discurso do PSDB, marcado por muito saudosismo, não trata dos passivos que marcaram as duas últimas gestões de Marconi Perillo.
Rejeição
Esse passivo ajudou a consolidar uma rejeição duradoura, que já barrou duas tentativas de retorno ao cenário.
2018 e 2022
Marconi foi derrotado em duas candidaturas ao Senado Federal.
