O vice-governador Daniel Vilela (MDB) representou o governador Ronaldo Caiado (União Brasil) e assinou a ordem de serviço de duplicação da GO-330 no trecho entre Catalão e Ipameri nesta quarta-feira. A comitiva governamental, integrada pelo secretário estadual de Infraestrutura Adib Elias (MDB), o presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes Pedro Sales (União Brasil), o deputado federal José Nelto (União Brasil) e o deputado estadual Jamil Calife (Progressistas), foi recepcionada pelo prefeito Velomar Rios (MDB) e pelo vice-prefeito Nelson Fayad (MDB). A obra é a realização de um sonho de toda a região Sudeste.
54 km
O trecho foi dividido em três lotes; o primeiro, de 11,7 km, vai do posto policial até a GO-305, no trevo para Goiandira.
Pesos catalanos
Não fosse a dedicação de Adib e do chefe de gabinete Ricardo Silva, o Ricardinho, todo o processo da obra não estaria pronto agora.
Burocracia
Quem conhece a realidade de um governo estadual, sabe como as mesas e os corredores das secretarias são tomados de processos esquecidos.
Narrativa
Por sugestão de Adib, Jamil até encampou o discurso pela duplicação ainda durante a campanha eleitoral e se dedicou a ganhar o projeto da Assembleia Legislativa, mas errou na argumentação.
Como?
Jamil diz que combinou uma economia de gastos no gabinete com o presidente da Assembleia Legislativa Bruno Peixoto (União Brasil), mas uma simples pesquisa no Portal da Transparência da Casa mostra que o deputado catalano contratou os seus servidores desde o primeiro mês de mandato.
Duodécimo
Além disso, com o repasse regular do duodécimo pelo Governo do Estado a partir das gestões de Caiado, a Assembleia passou a ter uma situação fiscal invejável e Bruno também custeou projetos de outras obras.
Nem por isso
Os outros deputados também beneficiados em suas regiões não criaram a narrativa de que houve economia nos gabinetes.
Demagogia
Outro equívoco do deputado se deu no discurso durante o evento, ao agradecer os assessores pelo que chamou de surpresa.
Padronização
O evento foi padronizado com faixas coloridas, bonés, folderes e buzinas do deputado, material que não foi pago pelos assessores, certamente.
